sábado, 31 de março de 2012

COMO AGIR AO PRESENCIAR MAUS TRATOS AOS ANIMAIS


COMO AGIR AO PRESENCIAR MAUS TRATOS AOS ANIMAIS

Nós que lutamos pelos Direitos dos Animais temos que por vezes mostrar aos aplicadores de leis – autoridades públicas de qualquer grau – policiais, promotores públicos, juízes, desembargadores, e a todos os operadores do Direito – os textos da lei e informá-los com (todo) o nosso conhecimento o que está ocorrendo e de que forma. Não é fácil, mas ninguém entra em uma causa de amor e proteção à vida, seja ela qual for (e em nosso caso tendo como foco a vida animal e sua inserção no seio da sociedade), achando que será uma luta a ser vencida apenas na primeira batalha. É nossa responsabilidade adquirir a cada dia mais informações e repassá-las àqueles que têm o dever de ofício de saber.

Quando estiver no caminho da Delegacia para formalizar uma ocorrência, saiba que ela poderá ser enquadrada como: Termo Circunstanciado de Ocorrência ou um B.O. (Boletim de Ocorrência). Tenha sempre em mãos a Constituição Federal, cujo artigo 225 § 1°, inciso VII, traz a seguinte redação:

“Incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais à crueldade”.

Tenha também a Lei n° 9.605/98 – Lei dos Crimes Ambientais - que tem para salvaguardar os animais contra agressões o seu artigo 32 que diz:

“Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” - a pena estabelecida pelo legislador é a de três meses a um ano de detenção, além da multa. Incorre nas mesmas penas desse crime “quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos” (§ 1°), aumentando-se a reprimenda de um sexto a um terço “se ocorre morte do animal” (§ 2°).

A responsabilidade de executar qualquer procedimento adequado ao que você leva e dá conhecimento à autoridade policial, é dela. A responsabilidade de adoção do meio correto é do agente público, em nosso caso o policial. Ele optará pelo Termo Circunstanciado ou Boletim de Ocorrência. Forneça dados, nomes, e tudo relacionado. Disso depende a punição. E mesmo que exista algum problema ou mesmo que entenda ser tratado como uma causa menor, ignore. Respire. Estamos diante de uma causa de consciência pública. Não perca a sua razão. Anote o nome dos policiais de plantão, a equipe a que pertencem, lembrando sempre de atuar em dupla ou mais e, procure um advogado ligado na causa animal. Ele poderá com os elementos que você fornecer, pedir a abertura de inquérito policial objetivando a apuração e responsabilização no caso. Não poderão negar. Provas. Precisamos sempre apresentar o maior número delas. Fotos, testemunhas, laudos veterinários, nome dos policiais militares ou civis que estiveram ou se envolveram no caso, tudo. Estarão agindo como cidadãos. Pelos bichos e na defesa deles.  


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NAM MYOHO RENGUE KYO
Rogério Gonçalves
advogado

Campanha nacional permanente - “Fecha canil do CCZ - Tortura nunca mais” Eu apoio.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Segundos antes de ser assassinado no canil municipal CCZ de Fortaleza



Segundos antes de ser assassinado no canil municipal CCZ de Fortaleza - Março 2012
Em todos, todos os CCZ -canis municipais do Brasil, nossos amigos continuam sendo assassinados
Vários milhões de cães e gatos, inocentes, são assassinados por ano em todos os CCZ - Canis municipais

Se você não consegue ficar indiferente, lute destemidamente para fechar todos os canis municipais - CCZ
Prisões medievais - Campos de concentração nazistas - Incompatíveis com sociedades civilizadas - Vergonha para cada Brasileiro

Veja porque e como fazer isto neste link



quinta-feira, 22 de março de 2012

Canil municipal CCZ Araraquara, igual a todos, continua matando

Moradora denuncia Zoonoses de Araraquara por sacrifício de animais

Mulher registrou boletim de ocorrência após o cachorro dela ser assassinado.

O cão Gabriel, fotografado no Centro de Zoonoses de Araraquara (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Um boletim de ocorrência registrado por uma moradora de Araraquara (SP), nesta quarta-feira (21), aponta o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade como sendo adepto da prática da eutanásia cometida em cães, segundo a Polícia Civil. A denúncia partiu de uma mulher, que ainda de acordo com a Polícia Civil, afirma que o cachorro dela, levado para o local, teria sido sacrificado nesta terça-feira (20) por uma veterinária do canil municipal CCZ.                                    
O cão Gabriel, fotografado no Centro de Zoonoses
de Araraquara (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Segundo a denunciante Maria do Carmo Silva Nogueira, de 37 anos, o cão Gabriel da raça Beagle, havia desaparecido no dia 8 de março, no bairro do Carmo, em Araraquara. Desde então, a família iniciou a procura pelo animal. Neste domingo (18), uma amiga dela, que preferiu não se identificar, foi ao Centro de Zoonoses e encontrou um cão com características parecidas com as de Gabriel, e que estava em perfeitas condições de saúde. “Ela fotografou o Gabriel e me mandou a imagem já na segunda-feira (19). Eu liguei no local avisando ser a dona do animal e disse que o buscaria no dia seguinte”, diz Nogueira.

De acordo com ela, na terça-feira (20), ao chegar ao CCZ, ela foi informada de que o cachorro não estava mais lá que e havia sido doado. “Depois de muita insistência para que me dessem o nome do novo dono, eu fui surpreendida pela veterinária com o aviso de que o animal havia sido sacrificado no mesmo dia. Disseram que ele estava muito doente e com sarna. Mas é mentira e mesmo que estivesse, essa doença tem tratamento. O Gabriel estava completamente saudável quando escapou”, lamentou a dona.

Nesta quarta-feira, a filha dela, Márcia Nogueira Pedroso, procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência e deu início a uma mobilização pelas redes sociais junto às associações protetoras dos animais da cidade, após ter feito uma visita ao Centro de Zoonoses. “A veterinária me disse que o local não tem condição de cuidar de animais doentes e me mostrou em que situação eles vivem, fiquei chocada com os maus tratos”, relatou Pedroso.

Ainda segundo Pedroso, uma sobrinha dela de sete anos ganhou Gabriel quando nasceu e está sofrendo com a perda. “Queremos fazer justiça porque a cidade toda está sofrendo muito com a violência contra os animais”, afirmou.

Vigilância e Zoonoses
Procurada pela reportagem, a veterinária funcionária do Centro de Zoonoses, envolvida no caso, disse que não possuía autorização para comentar o assunto.

A reportagem também entrou em contato com o coordenador de Vigilância Epidemiológica, Feiz Mattar, mas foi informada de que ele estava em uma reunião.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos dos Animais (Condedia), José dos Reis Santos Filho, uma denúncia formal sobre o caso foi entregue nesta quarta-feira (21) pela Associação Araraquarense de Proteção aos Animais (AAPA), e será averiguada.

ONG
A lei estadual 12.916, de 2008, dispõe sobre assuntos relacionados a cães e gatos. De acordo com o texto do artigo 2º, “fica vedada a eliminação da vida de cães e de gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, exceção feita à eutanásia, permitida nos casos de males, doenças graves ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde de pessoas ou de outros animais”.

Segundo Betty Roedel Peixoto, do grupo SOS Melhor Amigo, de Araraquara, um abaixo assinado está sendo elaborado para chamar a atenção das autoridades sobre a denúncia. “Nós queremos que seja feita justiça. A veterinária disse que é obediente à lei, mas neste caso, ela se julga acima da lei, por ter cometido um ato que não está previsto nela. Nós gostaríamos que essa funcionária fosse retirada do cargo”, afirma.

Ainda de acordo com Peixoto, além da exoneração da veterinária, o abaixo-assinado exigirá que o Centro de Controle de Zoonoses, que hoje é administrado pela Secretária da Saúde, seja coordenado pela Secretária de Meio Ambiente, e que seja criada uma comissão municipal para cuidar da saúde dos animais de Araraquara. “Não podemos aceitar uma administração que é conivente com os maus tratos aos animais”, diz.
O cão Gabriel, fotografado no Centro de Zoonoses de Araraquara (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)O cão Gabriel, da raça Beagle, sacrificado no Centro de Zoonoses por apresentar sarna
(Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

















Fonte - G1 - Globo
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José Franson -
Em todos os canis municipais CCZ zoonoses, em todo Brasil, continuam matando...  
Vamos fechar todos os canis municipais CCZ do Brasil, não é possível fechar os olhos ao martírio de mais de vinte milhões de inocentes que são cruelmente assassinados todos os anos no Brasil - Tem solução simples, participe da libertação , Vem.... Veja - Escuridão e Luz - Tristeza e alegria

Campanha nacional permanente - “Fecha canil do CCZ - Tortura nunca mais” Eu aderi. (cole o slogan/link no email, blog, seja criativo)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Gravataí RS - CCZ Canil municipal - Igual a todos...horror, morte, prisão de inocentes.

Cenas de horror no Canil de Gravataí
Denúncias de maus-tratos em canil municipal  CCZ - equipe flagra cães comendo outros cães


Mais de 350 cães estão abandonados no Canil Municipal de Gravataí, sem cuidados e higiene. A fome desesperadora os levou a cometer um ato de canibalismo. Um grupo de cães tentou mutilar um animal da mesma espécie.
O maior deles lambia o sangue das feridas abertas do animal e outro tentava arrancar a perna do corpo moribundo.

Os latidos esganiçados e o choro desesperado do animal que sofria as agressões não despertaram a atenção de ninguém no estabelecimento.

Por volta das 11h o DG chegou ao local. Entre dezenas de pratos de comida, apenas um continha ração. Sujeira, abandono e cenas violentas não fugiram às lentes do fotógrafo. Moradores da região denunciam que não suportam mais a situação.

Até as 13h15min, nenhum funcionário foi visto no local.

Faz parte do cotidiano

Ana Chrystina Souza, 23 anos, ligou para o DG no último domingo para denunciar o problema. Em setembro do ano passado, ela deixou seu animal de estimação no canil provisoriamente, até mudar-se para uma residência mais ampla. Desde então, está em pânico. Não sabe se o seu animalzinho sobreviverá até o dia da mudança:

– Confiei no serviço público. Acreditei na eficiência desse canil, que é um verdadeiro campo de concentração canino.

A técnica em enfermagem e o marido são voluntários do abrigo e notam o sofrimento dos bichos, que ficam sob monitoramento de apenados, que trabalham no local. Os cães ficam expostos ao calor, à fome e à violência.

– Vemos que não há comida nos pratos durante o dia. Os funcionários são escassos e nem sempre estão presentes – relata a moradora do Bairro São Marcos.

Doadora não suporta mais

Ana Chrystina mobiliza uma campanha nas redes sociais, em prol do Unidade de Controle de Zoonoses (UCZ). Sabendo da falta de distribuição de alimentos, visitou o alojamento às 10h de ontem para doar seis sacos de ração, mas conta como foi destratada pelo clínico veterinário ao chegar na Estrada Leonel Cabeleira Bitelo:

– O veterinário não quis aceitar minhas doações. Disse que era “politicagem” e que não aceitaria sem o aval do secretário.

Descaso não é reconhecido

A prefeitura de Gravataí, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que R$ 5 mil são destinados à compra de ração para os 350 cães contabilizados oficialmente. Esclarece, também, que a Unidade de Controle de Zoonoses não é mais de responsabilidade da Secretaria da Saúde e sim da Secretaria de Serviços Urbanos.

A única medida que a prefeitura pretende tomar é a redução do número de animais no abrigo, por meio de parcerias firmadas com entidades.

A falta de cuidados e higiene do local não é reconhecida pela prefeitura, que considera as brigas entre os cães como um problema normal e corriqueiro.

Lisiane Lisboa |

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José Franson - 
O que acontece em Gravataí é a regra em todos os canis municipais em todo Brasil - Todos os CCZ são verdadeiros campos de concentração nazistas, indefensáveis, verdadeiras masmorras que envergonham a todos nós... Nos melhores, e são pouquíssimos, continuam assassinando nossos melhores amigos... Revolte-se... Não permita... Faça algo.... Grato.

Por favor e por amor, não feche seus olhos nem tampe os ouvidos a súplica de sofrimento dos animais abandonados... O abandono de animais tem solução... Lute para o fim deste martírio, temos esta dívida ética, histórica com aqueles que consideramos como nossos melhores amigos. Vamos resgata-la... Se você participar, poderá salvar a vida de vinte milhões de cães e gatos que são assassinados todos os anos nas ruas e em todos os canis municipais CCZ. Tome atitude... Veja no link abaixo a solução definitiva para o fim deste martírio, sem aprisionar nem matar os animais...

Projeto postos veterinários de proteção aos animais

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domingo, 4 de março de 2012

Cachorro também tem que usar cinto de segurança


O cinto de segurança com peitoral aclopado é prático e a pessoa não precisa levar uma coleira, apenas a guia’, diz Fernanda

Saiba como fazer o transporte seguro do seu animal de estimação

Acessórios, como cinto de segurança e caixas especiais, garantem o transporte tranquilo dos animais

Valeska Mateus

Cachorro com o focinho para fora da janela do carro costuma ser simpático e chamar a atenção de todos no trânsito. Mas essa atitude, de certa forma comum, pode colocar em risco a segurança do animal e das pessoas. Embora não seja uma preocupação de grande parte dos donos, a forma de transportar os pets pode evitar acidentes e doenças.
"As pessoas têm o habito de levar os animais de maneira errada, no colo, no banco dianteiro do carro, no banco traseiro com a janela aberta ou na caçamba. É a falta de hábito de usar o cinto ou a caixa", comenta a veterinária do Villa dos Bichos, Soraya Palhares Tawada. Para ela o hábito de colocar o cinto no animal só será absorvido quando o motorista for multado e sentir no bolso o peso da multa.

O Código de Trânsito Brasileiro determina que é proibido transportar animais na parte externa do veículo. O motorista também não pode levar os bichos no colo ou à sua esquerda. A multa pode chegar a R$ 130 e cinco pontos na carteira de habilitação. Deixar o animal solto dentro do carro, apesar de não estar previsto em lei, não é a atitude ideal, já que pode desconcentrar o motorista. "Ele sempre está preocupado. Se o animal engasga ou late, por exemplo, a pessoa pode virar para ver o que está acontecendo e desviar a atenção do trânsito".

A cabeça para fora do veículo também pode trazer danos à saúde do animal, como ressecamento nos olhos. "O vento forte no ouvido pode provocar uma otite, ele pode ser picado por algum inseto ou desenvolver uma dermatite", ressalta Soraya.

Em uma freada brusca o animal solto pode se machucar gravemente. O ideal é usar cinto de segurança ou caixas para transportá-lo dentro do carro. "Como chama a atenção e todo mundo mexe com o bichinho quando para no sinal, ele pode escorregar para fora ou mesmo se empolgar e pular pela janela do carro", comenta a veterinária Fernanda Vilela, do Mulekão Pet Shop.

As veterinárias dizem que o correto é colocar o cachorro, com o cinto de segurança, e no lado direito do banco de trás, para facilitar a visualização do animal. Fernanda ressalta que, apesar da lei e da segurança que proporcionam, a procura por esses acessórios ainda é pequena nos pet shops. "Usar o cinto de segurança é fundamental, seja num passeio rápido ou a caminho do pet shop".

Para cada tipo de cão, um acessório

Para animais de pequeno porte, a caixinha ou a cadeirinha são excelentes. "Na cadeirinha o vidro pode permanecer meio aberto o cão fica em uma altura que vai permitir enxergar a área externa", explica Soraya. O acessório também traz mais conforto ao pet.

Já para animais mais agitados a veterinária sugere o uso da caixinha. O cinto de segurança é a melhor opção para as raças de grande porte. Há modelos de cinto de segurança que prendem a guia na base do cinto do carro. Também há modelos mais sofisticados, em que o peitoral já vem acoplado ao cinto e que dispensam a coleira
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"A pessoa só precisa levar a guia para passear com o cão", explica Fernanda. Os cintos são vendidos ao preço de R$ 25 a R$ 60; as caixas, a partir de R$ 50; as cadeirinhas, acima de R$ 70. Como nem sempre o animal se acostuma fácil a certos acessórios, se apresentar resistência nos primeiros dias, Fernanda sugere oferecer um biscoito ou bifinho para que ele relacione o uso a algo prazeroso.


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sexta-feira, 2 de março de 2012

Não Matarás - os animais e os homens nos bastidores da ciência - Vídeo completo



Peço a compreensão de todos,e os que realmente forem meus amigos,tenho certeza que verão este filme,as cenas não são fortes,mas o conteudo é para mudar toda a sua vida e forma de ver o mundo.Por favor,por vcs mesmos,vejam este video,eu garanto que isso sera util para todo o sempre.

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